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11/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) Tio Artur: Cansei!!! 

11/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) Não foi por falta de aviso 
O DIA:

O GLOBO:

JORNAL DO BRASIL:

Já a capa do EXTRA, que se diz um defensor ferrenho do Rio, não publicou UMA LINHA SEQUER!!!
10/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) Quem, na faixa dos 30/40...  Reprodução

não viu, reviu e vibrou com Sem Licença Para Dirigir, na Sessão da Tarde, atire o primeiro volante!
Juntamente com De Volta Para o Futuro e Curtindo a Vida Adoidado, era a trilogia favorita de todo adolescente brazuca, nos saudosos anos 80 - e lá se vão três décadas!!!
Infelizmente, derrotado pelo vício, Corey Haim partiu muito cedo, com apenas 38 anos, nesta quarta-feira.
Para o público, ficará a lembrança daquele garoto simpático e desajeitado com as garotas, em seu filme mais conhecido.
10/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) 'Garfar' o meu bolso, não!! 

09/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) 'O Jornalismo delinqüente'  Novo "tijolaço" de Demétrio Magnoli, publicado na Folha de S.Paulo.
09/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) 'Coleguinha$'  Da coluna Fato Relevante, no jornal O Estado de S. Paulo de hoje:

09/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) Brinquedo novo  Reprodução/AP

O que você está vendo é a capacidade de um país (no caso, o Irã), em desenvolver sua própria força militar sem depender de ajuda externa.
Tanto o destróier (Jamaran) como o míssil antinavio lançado (Nour) são de fabricação própria, e o teste do foguete, realizado no Golfo Pérsico, teve êxito, segundo a TV estatal iraniana, atingindo o alvo localizado a 100 km de distância. Há planos de elevar o alcance para 300 km.
Mesmo com o embargo econômico internacional desde os anos 80, o Irã conseguiu desenvolver sua própria indústria bélica, e atualmente conta com um arsenal modernizado, que inclui mísseis de médio alcance capazes de voar mais de 2 mil quilômetros antes de atingir o alvo.
FONTE: Último Segundo
Saiba mais
09/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) Grande jornal procura:  Repórter colaborador - Educação (hoje é o último dia)
Redator - Cotidiano (até esta quarta-feira/10)
Repórter colaborador - Brasil (até esta quinta-feira/11)
Crítico de Teatro - colaborador (até o dia 31)
09/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) Não vale chamá-la de machista  Do jornal paulista Diário do Comércio:

09/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) Joaquim 1 x 0 Ancelmo  Após o encontro, em conversa informal com o público, Milton Coelho revelou que a coluna Gente Boa, de Joaquim Ferreira dos Santos, é hoje a mais lida do Globo, superando a de Ancelmo Gois.
09/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) Como será o amanhã  Fotos Eduardo Sander

A ausência da manchete sobre o filme vencedor do Oscar, na capa da edição para os assinantes do Globo, foi o início de um animado bate-papo sobre o futuro do jornal impresso, ocorrido nesta segunda-feira (8), no Espaço Cultural Maurice Valansi, em Botafogo, zona Sul do Rio.
Os cascudíssimos Fritz Utzeri (E) e Milton Coelho da Graça explicaram as mudanças pelas quais o veículo atravessa, tanto no conteúdo quanto na parte administrativa. Nesta última, o principal problema é a despesa permanente (e em crescimento) com o principal insumo - papel - e a distribuição.
Ambos não arriscaram uma previsão de quando o jornal como o conhecemos vai mesmo se tornar peça de museu, mas uma alternativa para evitar sua extinção seria criar um "papel digital", palpável e com formato semelhante a um tablóide (ou Berliner, adotado pelo JB), que pudesse incluir as notícias no momento em que elas acontecem, trazendo de volta os leitores que migraram para a TV e Internet.

"É tanta informação
que a gente acaba
não sabendo nada"
(Fritz Utzeri)
"Também é preciso pensar nos prazos de fechamento", lembrou Milton Coelho. Como eles são cada vez maiores, causam a perda de informações importantes, como aconteceu no resultado do Oscar. Em sua passagem pelo extinto Última Hora, nos anos 60, os repórteres entregavam as matérias até 15 minutos antes do jornal seguir para as rotativas. 20 anos depois, como editor-chefe do Globo, o prazo passou para duas horas.
Sobre o jornal da família Marinho, onde trabalhou por dois anos, Fritz Utzeri foi direto: "Ele atualmente é ruim, se compararmos com o que O Globo já foi, mas ainda é o que traz o melhor noticiário do Rio", afirmou. Já O Dia está mesmo na bancarrota, revelou Milton, dizendo que o atual caixa do jornal não cobre as despesas.
Enquanto os tradicionais veículos cariocas amargam um pesadelo sem fim, para Fritz o conceito da profissão de jornalista é repensado, quando pessoas comuns "ganharam o poder" de registrar acontecimentos como os terremotos no Haiti e os violentos protestos contra o governo do Irã, munidas apenas de pequenas câmeras acopladas a telefones celulares.

"Poucos modelos de
jornalismo vão sobreviver e o
Estado acabará por subsidiar o
jornalismo independente"
(Milton Coelho)
Milton rebateu, destacando que a boa formação profissional sempre fará a diferença, citando o furo do repórter José Casado, publicado no Globo de domingo (7), sobre a proposta de compra de uma cobertura triplex em Ipanema, pelo ditador da Guiné Equatorial Teodoro Nguema Mbasogo, que possui relações comerciais com o governo brasileiro nas áreas de petróleo e construção civil.
De volta ao tema central do evento, os jornalistas contaram que empresas como o canal Fox News nos Estados Unidos, e a revista alemã Focus, adotaram o "modelo televisivo" (muitas fotos e notícias curtas), como forma de atrair leitores. Segundo Fritz, os "efeitos colaterais" são a criação de uma sociedade iliterata, onde cada vez se lê menos.
O debate foi o primeiro de uma série de eventos mensais, sempre às segundas-feiras, programados para o ECMV, instalado num simpático casarão de dois andares tombado pelo Patrimônio Histórico.
08/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) AAAAARGHHHHH!!!!! 

08/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) Qualidade para sobreviver  Do jornalista Carlos Alberto Di Franco, no Globo de hoje:

Fraquezas que comprometem

- É um bom gancho para o debate sobre o futuro do Jornal, com Fritz Utzeri e Milton Coelho da Graça, que acontece logo mais, a partir das 19h30, no Espaço Cultural Maurice Valansi, em Botafogo (Rua Martins Ferreira, 48).
08/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) Renovar para sobreviver 

08/03/2010 | Eduardo Sander | Dedos à obra (0) Competência sem virar pré-requisito 

Saiba mais

- A chegada das mulheres às redações é louvável e mais que bem-vinda. O que não pode acontecer é algumas empresas (principalmente assessorias), adotarem a política de "fechar as portas" aos homens jornalistas (à exceção dos sócios-proprietários).
Não se trata de "puxar brasa para a sardinha", queremos apenas maior equilíbrio e oportunidades iguais para ambos os sexos, o que, há muito tempo, deixou de existir em nossa profissão.
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